Hamish MacFarlan | Former Ravenclaw | Pureblood
“Do more than belong: participate. Do more than care: help. Do more than believe: practice. Do more than be fair: be kind. Do more than forgive: forget. Do more than dream: work.”
Nacionalidade: Escocesa.
Varinha: Carvalho inglês, fibra de coração de dragão, 32 cm, inflexível.
Patrono: Lontra.
Ocupação:
Head of the Department of Magical Games and Sports.
Quidditch related magazine owner. 
History
Em meados de mil novecentos e quarenta, a terceira maior cidade da Escócia presenciou o nascimento do mais novo integrante da família Macfarlan. Juntos, todos os que carregavam esse sobrenome compunham um antigo e respeitado clã cuja importância econômica se viu em decadência após um século de recessão financeira. Conhecida como “a cidade prateada com praias de ouro”, Aberdeen foi o lar de Victoria e Gavin desde a infância. O belo casal apenas se ausentou da cidade para viagens ocasionais, assim como durante o longo período habitando terrenos ingleses de Hogwarts. Ambos detinham o sangue mágico correndo nas veias, a despeito das suspeitas implicando de que existiam “abortos” na família da respeitada mulher. Tais rumores nunca conseguiram apartar o firme casal cujo namoro engatou nos cômodos privados de Ravenclaw desde o quarto ano colegial. A típica e velha história de amor repleta de clichês, cujo final feliz resultou no nascimento prematuro de Hamish Macfarlan, seu primeiro e único filho.
Por decisão conjunta, criaram o menino em brisas escocesas, numa residência que dava de frente para a costa gaélica. A praia de Aberdeen sofria de significantes erosões no solo e paisagem cinza que apresentava contraste com a beleza dourada de suas areias, e foi nessa belíssima paisagem que a criança crescera. Desde garotinho ele já apresentava uma personalidade diferenciada, demonstrando-se um verdadeiro apaixonado pela natureza. Victoria costumava passar horas na companhia do filho, dono da mania de percorrer vários e vários metros correndo com suas perninhas jeitosas e incansáveis. O fôlego do rapaz era imbatível, tais como seus reflexos. Sua extrema sociabilidade o permitia fazer um vasto número de amigos, pequenos conhecidos feitos na praia, inseparáveis colegas de montar castelos e desbravar a maresia.
Tudo que pode ser dito sobre a infância de Hamish é que o mesmo prosseguiu conhecendo uma gama enorme de esportes variados, fossem de origem bruxa ou não. Contudo, sua primeira paixão arrebatadora revelou-se de fato ao voar pela primeira vez. A sensação de inigualável liberdade o tomou por completo, dando ao nosso protagonista do relato a ideia de que nos céus ninguém poderia o alcançar. Algo que nas vistas de seus pais parecia mais um passatempo, na sua concepção foi levado de forma séria. Entretanto, foi ligeiramente privado de exercer seus dons por conta da vizinhança metropolitana. Tudo isso mudou com a chegada da sua carta para a mesma Instituição de ensino frequentada por seus pais, sendo que sua entrada para Ravenclaw foi um mero reflexo de toda sua tenacidade, inteligência e empenho pessoal. Uma vez selecionado, descobriu que o anseio de muitos dos seus novos colegas nascia da vontade em frequentar aulas para aprimorar feitiços, conhecer criaturas mágicas, decifrar as runas ou vasculhar uma brecha na cortina do futuro. Na contramão de todos eles, ele parecia ser o único filho de Rowena cujo estômago sentia ondas de calor apenas ao imaginar sua primeira aula de voo. Quando finalmente o dia chegou, suas habilidades foram classificadas pelo instrutor como as de alguém que nascera para os céus.
O desempenho fantástico tornou-se curiosidade geral da classe, que tinha o costume de após os treinos brincar para ver quem conseguia alcançar a vassoura de MacFarlan e tocá-la ainda que rapidamente. No primeiro mês ninguém venceu a brincadeira, nem mesmo no seguinte, tampouco no consecutivo. Um ano inteiro se passou com ele invicto, não sendo novidade alguma quando no segundo ano ele foi a grande novidade no time de quidditch, vencendo a disputa pela vaga de chaser contra concorrentes do quarto, sexto e quinto ano letivo. Logo em seu primeiro ano ele demonstrou à que veio, sendo considerado o grande responsável pelo vice-campeonato daquele ano. O deleite do capitão de seu time e nobre tutor chamado Chris Scheneider não poderia ser menor quando o brasão da águia estampou a vitória por não somente um, mas quatro anos consecutivos. Curioso relatar que a Casa dos Azuis jamais teve o mesmo desempenho depois da saída de Hamish dos territórios de Hogwarts.
Entretanto, vamos regressar novamente no tempo para acrescentar que não exclusivamente de esportes foi preenchida a trajetória escolar do garoto prodígio. Ele detinha a dócil habilidade de enxergar o melhor nos outros, trazendo esse lado do próximo sempre à tona toda vez onde a oportunidade era concedida. Dono de uma paciência sem igual, talvez por isso praticamente “adotou” o novato Noah Woodcroft logo no primeiro ano do mesmo na rede de ensino. Nessa época, o próprio Hamish estava dois anos em sua frente, mas a idade não foi empecilho algum para que ambos fossem comumente vistos andando juntos por aí. O prestígio e popularidade do agora capitão do time pareciam não incomodar ao mais novo amigo, assim como a personalidade moralista e metida a correta do mesmo passava completamente por baixo do radar do paciente escocês. No desenrolar dos anos, descobriu-se que quando juntos formavam um excelente time. Sabia tudo sobre charme, paciência, tenacidade e destreza física. Enquanto isso, seu então melhor amigo conhecia métodos, criava estratégias e colocava freios na mente do mais velho que em certas ocasiões tentava alçar voos altos demais.
Abandonar Hogwarts foi uma experiência de duas vias justamente por conta dos seus amigos, penoso em abandonar também aquele que apontava falhas em suas táticas de quidditch - e por saber que o amigo jamais o deixaria em péssimos lençóis, ouvia seus ensinamentos para aplicar logo em seguida.
O resultado de tudo isso foi um convite imediato para adentrar o time dos trainees de diversos times de quidditch profissionais a partir do momento que deixou a vida acadêmica para trás. Resumindo brevemente os fatos, é possível dizer que a década seguinte foi bastante generosa com o jogador profissional novato. Sua ascensão ocorreu com tremenda rapidez, sendo que um dia fora dormir tranquilamente em sua casa para noutro acordar repleto de jornalistas e curiosos cercando seus jardins para extrair informações sobre a mais nova celebridade dos Montrose Magpies. A sorte continuou ao seu lado durante o próspero período onde tornou-se capitão do time, novamente o levando a imensuráveis conquistas. Nada parecia capaz de segurar o chaser escocês de tez bronzeada, esplêndidos olhos azuis e um sorriso pronto para capturar a atenção de quem quer que fosse. O filho predileto de Aberdeen tinha grandes chances de ser um completo perdido na arrogância por conta da grandiosa fama, no entanto, continuou com os pés no chão. Óbvio que por ser um homem normal ele tinha seus momentos de festa em demasia, aproveitando todas as oportunidades ao máximo. Contudo, isso decorreu somente no princípio da sua carreira.
A capitania trouxe responsabilidades em demasia para se dar ao luxo do descuido, sendo que isso conciliado à incapacidade masculina de se aquietar culminou em inúmeros trabalhos extras. Envolveu-se na carreira de propagandas, modelo para certas marcas bruxas, compareceu a programas de entretenimento e ascendeu para um dos rostos prediletos da mídia. Inclusive, mesmo anos depois continuou como o rosto oficial dos sorvetes Haagen-Dazs, algo que rendeu uma pequena-grande fortuna por conda do muitíssimo apreciado doce por diversos bruxos e também mundialmente pela comunidade trouxa. Dito isso, nada difícil perceber que o modelo atingiu níveis além dos mantos mágicos que lhe protegiam desde pequeno. Numa dessas acabou conhecendo Evangeline Le Blanc, uma francesa escultural de melenas douradas beirando o platinado. Não demoraram em se firmar como um dos casais mais visados da indústria do entretenimento, sendo que ao contrário do esperado por muitas de suas fãs (principalmente as mais maníacas), Evie detinha uma força descomunal e postura discreta. Estavam apaixonados, felizes e jovens. Três ingredientes perfeitos para o futuro ideal, a despeito do segredo que sua eventual esposa carregava: a francesa era na verdade filha de uma veela pura que teve o clã inteiro assassinado por um grupo de origem desconhecida para o chaser. Ele nunca forçou Evangeline a revirar seu passado, muito menos sua irmã mais nova, Eleonor.
Contudo, em toda história onde o protagonista leva uma vida fácil demais existe um momento onde uma sombra obscura paira acima dele, transformando uma personalidade agradável para todo o sempre. Antes disso ainda houve um sopro de bons ventos, isso porque depois da sua aposentadoria no time de quidditch foi consagrado como o jogador mais importante do século. O título acompanhou seu casamento, sucedido do convite para fazer parte do comitê ministerial esportivo. Viciado em trabalho, acabou por abrir uma revista mensal de foco no mundo dos esportes, de abrangência profissional, pessoal e dotada por uma seriedade irreverente. “O toque de Midas” falava-se que ele detinha, mas somente acreditou de verdade nisso após o nascimento da maior de suas fortunas, a melhor de suas conquistas: a pequena Olive MacFarlan, nascida na Escócia e dona de 1/3 dos genes veela. De imediato foi um pai dedicado, retirando as primeiras férias de sua vida no ano dedicado inteiramente ao crescimento da bebê e ao mesmo tempo da nova revista em ascensão.
O primeiro impacto brusco que sofreu foi a prisão do seu melhor amigo, atual hit wizard acusado de traição. Ele nunca se prestou ao papel de acompanhar as acusações direito, pois sua fé cega na pessoa que conhecia há vinte anos impediu de acreditar na boataria intensa. Evangeline acompanhou seu marido trancafiar-se na biblioteca e não sair pelos próximos três dias. No quarto, o agora chefe do departamento de Jogos Mágicos e Esportes retornou para suas atividades, adentrando de cabeça também no acompanhamento do caso que findou na sentença de cinco anos em Azkaban. Prezando pela discrição no caso, tentou não participar das sessões, comparecendo somente à última e mais cruel de todas. Ver aquele que o ajudara desde sempre preso afunilou ainda mais seu desempenho exclusivamente de trabalho, mas tudo desabou no seu aniversário de casamento. Chegara em casa mais cedo, buquê de rosas e champagne em mãos. O típico clichê adorado por sua companheira, que seguia à risca pelo mero prazer de agradá-la. No entanto, o coração acelerado e as mãos suadas foram presságios de que algo estava fora do lugar. Aquele silêncio sepulcral em nada fazia parte do seu cotidiano, sempre preenchido pelas risadas gostosas de sua filha e saudações calorosas ditas em francês pela esposa. No fundo de seu coração ele soube que não deveria ter aberto a porta do quarto, ele sabia que deveria ter fechado os olhos. Ele sempre soube que ao girar a maçaneta algo iria o marcar profundamente, mas faltavam poderes de clarividência para avisá-lo sobre a tragédia.
A maré da manhã em seus olhos foi manchada pelo vermelho tinto cobrindo as paredes, a cama e os lençóis de sua cama de casal. O declínio para o precipício foi dado a partir dali, sendo o empurrão final ver que sua tão adorada e amada filha agora deveria ser um anjo lhe protegendo dos céus. As mulheres de sua vida não mais andavam entre os vivos, vítimas do que descobriu depois ser um ataque do famigerado grupo francês ainda em busca de vingança. O marco ficou conhecido por toda população, a mídia fez um genuíno dossiê sobre a sua vida pessoal. De repente, tudo e todos estavam interessados em descobrir quem tinha destruído a “família perfeita”. Os pesares vieram de vários lugares, todos generosamente recebidos por um homem que perdera parte de sua alma. O luto pela filha parecia ainda mais latente que a perda da mulher, visto sua paixão por ser pai. O laço familiar entre um pai e uma filha não pode ser desfeito nem mesmo pela morte, e isso o levou a patrocinar a proteção de Eleonor - cunha outrora cunhada, agora irmã por opção. Atualmente ele vive sozinho, mesmo dois anos passados do luto ainda é difícil vê-lo sorrir. O trabalho agora é mais do que nunca a sua âncora, seu porto por escolha e único horizonte seguro.
Personality
Dono de uma força acima da média comum, Hamish MacFarlan é a síntese personificada de que o trabalho árduo gera frutos sólidos. Quando focado em alguma coisa, absolutamente nada é capaz de removê-lo desse ideal antes do mesmo ser concluído. Isso não significa que ele seja isento de falhas, de modo algum. Todo ser humano detém seus altos e baixos, com ele não poderia ser diferente. A diferença reside na persistência em acertar e inventar novos moldes do próprio ser de acordo com a necessidade em pauta. Exímio workaholic, você dificilmente o verá jogando tempo fora. O que muitos alegam ser impossível de concluir em vinte e quatro horas, o nobre jogador de quidditch fará na metade do tempo e provável que ainda entregue algo extra ao esperado. Superar as expectativas é um costume seu que todos parecem observar bem, mas o escocês fecha os olhos para os interesseiros. Suas habilidades enquanto bruxo também não deixam a desejar, levando em consideração ser preciso uma destreza e poder mágico intensos na prática do quidditch e do voo. Desligando-se um pouco dos esportes, nutre paixão secreta por criaturas mágicas e deseja viajar o globo conhecendo diversas formas de vida diferente. É dono de um bom humor natural e senso de amizade fortíssimo, sendo o primeiro item quase que completamente invalidado após tantas perdas na sua idade balzaquiana. Líder nato, ele sabe a hora de aconselhar e também o momento ideal para dar uma bela reprimenda.
Não se deve enganar por sua paciência descomunal, pois na única vez onde ele cedeu aos impulsos explosivos acabou sendo capa de várias revistas por um intenso período. Aconteceu em Hogsmeade, onde outro homem o provocou intensamente acerca da condenação de seu melhor amigo. O baderneiro dividira aulas consigo de volta aos tempos de Hogwarts, usando de conhecimentos pessoais para o testar durante uma noite quase inteira no bar do Cabeça de Javali. Enfim, a provocação foi tanta que ele se esqueceu da fama, das consequências e da repercussão no instante onde se colocou a quebrar um dos braços, afundar uma das costelas e fraturar o joelho do ex-colega de escola ao mais legítimo dos modos trouxa. Esse episódio rendeu uma bela dor de cabeça, mas ninguém o condenou por absolutamente nada - afinal de contas, a vítima era um canalha. Ademais, sua companhia de excelente ouvinte o rendeu bons amigos no percurso de sucesso, diminuindo o número de desafetos para quase zero. Atualmente encontra-se no processo de redescobrir a viver, ainda afetado pela sucessão de desventuras que percorreram sua intimidade. Nada fora dos padrões para alguém que crescera sempre rodeado de pessoas e agora parecia carregar a marca das sombras impressa em seu semblante infeliz.
Player: Nath.
Hamish MacFarlan | Former Ravenclaw | Pureblood

“Do more than belong: participate. Do more than care: help. Do more than believe: practice. Do more than be fair: be kind. Do more than forgive: forget. Do more than dream: work.”

Nacionalidade: Escocesa.

Varinha: Carvalho inglês, fibra de coração de dragão, 32 cm, inflexível.

Patrono: Lontra.

Ocupação:

  • Head of the Department of Magical Games and Sports.
  • Quidditch related magazine owner. 
History

Em meados de mil novecentos e quarenta, a terceira maior cidade da Escócia presenciou o nascimento do mais novo integrante da família Macfarlan. Juntos, todos os que carregavam esse sobrenome compunham um antigo e respeitado clã cuja importância econômica se viu em decadência após um século de recessão financeira. Conhecida como “a cidade prateada com praias de ouro”, Aberdeen foi o lar de Victoria e Gavin desde a infância. O belo casal apenas se ausentou da cidade para viagens ocasionais, assim como durante o longo período habitando terrenos ingleses de Hogwarts. Ambos detinham o sangue mágico correndo nas veias, a despeito das suspeitas implicando de que existiam “abortos” na família da respeitada mulher. Tais rumores nunca conseguiram apartar o firme casal cujo namoro engatou nos cômodos privados de Ravenclaw desde o quarto ano colegial. A típica e velha história de amor repleta de clichês, cujo final feliz resultou no nascimento prematuro de Hamish Macfarlan, seu primeiro e único filho.

Por decisão conjunta, criaram o menino em brisas escocesas, numa residência que dava de frente para a costa gaélica. A praia de Aberdeen sofria de significantes erosões no solo e paisagem cinza que apresentava contraste com a beleza dourada de suas areias, e foi nessa belíssima paisagem que a criança crescera. Desde garotinho ele já apresentava uma personalidade diferenciada, demonstrando-se um verdadeiro apaixonado pela natureza. Victoria costumava passar horas na companhia do filho, dono da mania de percorrer vários e vários metros correndo com suas perninhas jeitosas e incansáveis. O fôlego do rapaz era imbatível, tais como seus reflexos. Sua extrema sociabilidade o permitia fazer um vasto número de amigos, pequenos conhecidos feitos na praia, inseparáveis colegas de montar castelos e desbravar a maresia.

Tudo que pode ser dito sobre a infância de Hamish é que o mesmo prosseguiu conhecendo uma gama enorme de esportes variados, fossem de origem bruxa ou não. Contudo, sua primeira paixão arrebatadora revelou-se de fato ao voar pela primeira vez. A sensação de inigualável liberdade o tomou por completo, dando ao nosso protagonista do relato a ideia de que nos céus ninguém poderia o alcançar. Algo que nas vistas de seus pais parecia mais um passatempo, na sua concepção foi levado de forma séria. Entretanto, foi ligeiramente privado de exercer seus dons por conta da vizinhança metropolitana. Tudo isso mudou com a chegada da sua carta para a mesma Instituição de ensino frequentada por seus pais, sendo que sua entrada para Ravenclaw foi um mero reflexo de toda sua tenacidade, inteligência e empenho pessoal. Uma vez selecionado, descobriu que o anseio de muitos dos seus novos colegas nascia da vontade em frequentar aulas para aprimorar feitiços, conhecer criaturas mágicas, decifrar as runas ou vasculhar uma brecha na cortina do futuro. Na contramão de todos eles, ele parecia ser o único filho de Rowena cujo estômago sentia ondas de calor apenas ao imaginar sua primeira aula de voo. Quando finalmente o dia chegou, suas habilidades foram classificadas pelo instrutor como as de alguém que nascera para os céus.

O desempenho fantástico tornou-se curiosidade geral da classe, que tinha o costume de após os treinos brincar para ver quem conseguia alcançar a vassoura de MacFarlan e tocá-la ainda que rapidamente. No primeiro mês ninguém venceu a brincadeira, nem mesmo no seguinte, tampouco no consecutivo. Um ano inteiro se passou com ele invicto, não sendo novidade alguma quando no segundo ano ele foi a grande novidade no time de quidditch, vencendo a disputa pela vaga de chaser contra concorrentes do quarto, sexto e quinto ano letivo. Logo em seu primeiro ano ele demonstrou à que veio, sendo considerado o grande responsável pelo vice-campeonato daquele ano. O deleite do capitão de seu time e nobre tutor chamado Chris Scheneider não poderia ser menor quando o brasão da águia estampou a vitória por não somente um, mas quatro anos consecutivos. Curioso relatar que a Casa dos Azuis jamais teve o mesmo desempenho depois da saída de Hamish dos territórios de Hogwarts.

Entretanto, vamos regressar novamente no tempo para acrescentar que não exclusivamente de esportes foi preenchida a trajetória escolar do garoto prodígio. Ele detinha a dócil habilidade de enxergar o melhor nos outros, trazendo esse lado do próximo sempre à tona toda vez onde a oportunidade era concedida. Dono de uma paciência sem igual, talvez por isso praticamente “adotou” o novato Noah Woodcroft logo no primeiro ano do mesmo na rede de ensino. Nessa época, o próprio Hamish estava dois anos em sua frente, mas a idade não foi empecilho algum para que ambos fossem comumente vistos andando juntos por aí. O prestígio e popularidade do agora capitão do time pareciam não incomodar ao mais novo amigo, assim como a personalidade moralista e metida a correta do mesmo passava completamente por baixo do radar do paciente escocês. No desenrolar dos anos, descobriu-se que quando juntos formavam um excelente time. Sabia tudo sobre charme, paciência, tenacidade e destreza física. Enquanto isso, seu então melhor amigo conhecia métodos, criava estratégias e colocava freios na mente do mais velho que em certas ocasiões tentava alçar voos altos demais.

Abandonar Hogwarts foi uma experiência de duas vias justamente por conta dos seus amigos, penoso em abandonar também aquele que apontava falhas em suas táticas de quidditch - e por saber que o amigo jamais o deixaria em péssimos lençóis, ouvia seus ensinamentos para aplicar logo em seguida.

O resultado de tudo isso foi um convite imediato para adentrar o time dos trainees de diversos times de quidditch profissionais a partir do momento que deixou a vida acadêmica para trás. Resumindo brevemente os fatos, é possível dizer que a década seguinte foi bastante generosa com o jogador profissional novato. Sua ascensão ocorreu com tremenda rapidez, sendo que um dia fora dormir tranquilamente em sua casa para noutro acordar repleto de jornalistas e curiosos cercando seus jardins para extrair informações sobre a mais nova celebridade dos Montrose Magpies. A sorte continuou ao seu lado durante o próspero período onde tornou-se capitão do time, novamente o levando a imensuráveis conquistas. Nada parecia capaz de segurar o chaser escocês de tez bronzeada, esplêndidos olhos azuis e um sorriso pronto para capturar a atenção de quem quer que fosse. O filho predileto de Aberdeen tinha grandes chances de ser um completo perdido na arrogância por conta da grandiosa fama, no entanto, continuou com os pés no chão. Óbvio que por ser um homem normal ele tinha seus momentos de festa em demasia, aproveitando todas as oportunidades ao máximo. Contudo, isso decorreu somente no princípio da sua carreira.

A capitania trouxe responsabilidades em demasia para se dar ao luxo do descuido, sendo que isso conciliado à incapacidade masculina de se aquietar culminou em inúmeros trabalhos extras. Envolveu-se na carreira de propagandas, modelo para certas marcas bruxas, compareceu a programas de entretenimento e ascendeu para um dos rostos prediletos da mídia. Inclusive, mesmo anos depois continuou como o rosto oficial dos sorvetes Haagen-Dazs, algo que rendeu uma pequena-grande fortuna por conda do muitíssimo apreciado doce por diversos bruxos e também mundialmente pela comunidade trouxa. Dito isso, nada difícil perceber que o modelo atingiu níveis além dos mantos mágicos que lhe protegiam desde pequeno. Numa dessas acabou conhecendo Evangeline Le Blanc, uma francesa escultural de melenas douradas beirando o platinado. Não demoraram em se firmar como um dos casais mais visados da indústria do entretenimento, sendo que ao contrário do esperado por muitas de suas fãs (principalmente as mais maníacas), Evie detinha uma força descomunal e postura discreta. Estavam apaixonados, felizes e jovens. Três ingredientes perfeitos para o futuro ideal, a despeito do segredo que sua eventual esposa carregava: a francesa era na verdade filha de uma veela pura que teve o clã inteiro assassinado por um grupo de origem desconhecida para o chaser. Ele nunca forçou Evangeline a revirar seu passado, muito menos sua irmã mais nova, Eleonor.

Contudo, em toda história onde o protagonista leva uma vida fácil demais existe um momento onde uma sombra obscura paira acima dele, transformando uma personalidade agradável para todo o sempre. Antes disso ainda houve um sopro de bons ventos, isso porque depois da sua aposentadoria no time de quidditch foi consagrado como o jogador mais importante do século. O título acompanhou seu casamento, sucedido do convite para fazer parte do comitê ministerial esportivo. Viciado em trabalho, acabou por abrir uma revista mensal de foco no mundo dos esportes, de abrangência profissional, pessoal e dotada por uma seriedade irreverente. “O toque de Midas” falava-se que ele detinha, mas somente acreditou de verdade nisso após o nascimento da maior de suas fortunas, a melhor de suas conquistas: a pequena Olive MacFarlan, nascida na Escócia e dona de 1/3 dos genes veela. De imediato foi um pai dedicado, retirando as primeiras férias de sua vida no ano dedicado inteiramente ao crescimento da bebê e ao mesmo tempo da nova revista em ascensão.

O primeiro impacto brusco que sofreu foi a prisão do seu melhor amigo, atual hit wizard acusado de traição. Ele nunca se prestou ao papel de acompanhar as acusações direito, pois sua fé cega na pessoa que conhecia há vinte anos impediu de acreditar na boataria intensa. Evangeline acompanhou seu marido trancafiar-se na biblioteca e não sair pelos próximos três dias. No quarto, o agora chefe do departamento de Jogos Mágicos e Esportes retornou para suas atividades, adentrando de cabeça também no acompanhamento do caso que findou na sentença de cinco anos em Azkaban. Prezando pela discrição no caso, tentou não participar das sessões, comparecendo somente à última e mais cruel de todas. Ver aquele que o ajudara desde sempre preso afunilou ainda mais seu desempenho exclusivamente de trabalho, mas tudo desabou no seu aniversário de casamento. Chegara em casa mais cedo, buquê de rosas e champagne em mãos. O típico clichê adorado por sua companheira, que seguia à risca pelo mero prazer de agradá-la. No entanto, o coração acelerado e as mãos suadas foram presságios de que algo estava fora do lugar. Aquele silêncio sepulcral em nada fazia parte do seu cotidiano, sempre preenchido pelas risadas gostosas de sua filha e saudações calorosas ditas em francês pela esposa. No fundo de seu coração ele soube que não deveria ter aberto a porta do quarto, ele sabia que deveria ter fechado os olhos. Ele sempre soube que ao girar a maçaneta algo iria o marcar profundamente, mas faltavam poderes de clarividência para avisá-lo sobre a tragédia.

A maré da manhã em seus olhos foi manchada pelo vermelho tinto cobrindo as paredes, a cama e os lençóis de sua cama de casal. O declínio para o precipício foi dado a partir dali, sendo o empurrão final ver que sua tão adorada e amada filha agora deveria ser um anjo lhe protegendo dos céus. As mulheres de sua vida não mais andavam entre os vivos, vítimas do que descobriu depois ser um ataque do famigerado grupo francês ainda em busca de vingança. O marco ficou conhecido por toda população, a mídia fez um genuíno dossiê sobre a sua vida pessoal. De repente, tudo e todos estavam interessados em descobrir quem tinha destruído a “família perfeita”. Os pesares vieram de vários lugares, todos generosamente recebidos por um homem que perdera parte de sua alma. O luto pela filha parecia ainda mais latente que a perda da mulher, visto sua paixão por ser pai. O laço familiar entre um pai e uma filha não pode ser desfeito nem mesmo pela morte, e isso o levou a patrocinar a proteção de Eleonor - cunha outrora cunhada, agora irmã por opção. Atualmente ele vive sozinho, mesmo dois anos passados do luto ainda é difícil vê-lo sorrir. O trabalho agora é mais do que nunca a sua âncora, seu porto por escolha e único horizonte seguro.

Personality

Dono de uma força acima da média comum, Hamish MacFarlan é a síntese personificada de que o trabalho árduo gera frutos sólidos. Quando focado em alguma coisa, absolutamente nada é capaz de removê-lo desse ideal antes do mesmo ser concluído. Isso não significa que ele seja isento de falhas, de modo algum. Todo ser humano detém seus altos e baixos, com ele não poderia ser diferente. A diferença reside na persistência em acertar e inventar novos moldes do próprio ser de acordo com a necessidade em pauta. Exímio workaholic, você dificilmente o verá jogando tempo fora. O que muitos alegam ser impossível de concluir em vinte e quatro horas, o nobre jogador de quidditch fará na metade do tempo e provável que ainda entregue algo extra ao esperado. Superar as expectativas é um costume seu que todos parecem observar bem, mas o escocês fecha os olhos para os interesseiros. Suas habilidades enquanto bruxo também não deixam a desejar, levando em consideração ser preciso uma destreza e poder mágico intensos na prática do quidditch e do voo. Desligando-se um pouco dos esportes, nutre paixão secreta por criaturas mágicas e deseja viajar o globo conhecendo diversas formas de vida diferente. É dono de um bom humor natural e senso de amizade fortíssimo, sendo o primeiro item quase que completamente invalidado após tantas perdas na sua idade balzaquiana. Líder nato, ele sabe a hora de aconselhar e também o momento ideal para dar uma bela reprimenda.

Não se deve enganar por sua paciência descomunal, pois na única vez onde ele cedeu aos impulsos explosivos acabou sendo capa de várias revistas por um intenso período. Aconteceu em Hogsmeade, onde outro homem o provocou intensamente acerca da condenação de seu melhor amigo. O baderneiro dividira aulas consigo de volta aos tempos de Hogwarts, usando de conhecimentos pessoais para o testar durante uma noite quase inteira no bar do Cabeça de Javali. Enfim, a provocação foi tanta que ele se esqueceu da fama, das consequências e da repercussão no instante onde se colocou a quebrar um dos braços, afundar uma das costelas e fraturar o joelho do ex-colega de escola ao mais legítimo dos modos trouxa. Esse episódio rendeu uma bela dor de cabeça, mas ninguém o condenou por absolutamente nada - afinal de contas, a vítima era um canalha. Ademais, sua companhia de excelente ouvinte o rendeu bons amigos no percurso de sucesso, diminuindo o número de desafetos para quase zero. Atualmente encontra-se no processo de redescobrir a viver, ainda afetado pela sucessão de desventuras que percorreram sua intimidade. Nada fora dos padrões para alguém que crescera sempre rodeado de pessoas e agora parecia carregar a marca das sombras impressa em seu semblante infeliz.

Player: Nath.

  1. nott-against-the-world said: ooc: A FOTO DA FICHA, MDS KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
  2. moonysomething said: ooc: AI MINHA NOSSA SENHORA CADE O LIMITE? CADE??? LSDJHASIUHWFUHSDSUCHDBCUYGCVYSDFGBCSDUAHSXJASHDUYVGUVYG
  3. macfarlan reblogged this from marauderpg
  4. marauderpg posted this